Férias no Irão: A História

Irão

Desde os seus tempos remotos que a história do atual território iraniano traduz-se numa sucessão ininterrupta de invasões e sangrentas conquistas, das quais o primeiro registo escrito data de 3200 a.C., com a cultura protoelamita e com a posterior chegada dos arianos, nomeadamente as tribos “persas e “medos”.

A nação persa entrou na história durante o reinado de Ciro que, depois de ser libertado das autoridades dos “medos” no ano de 550 a.C., fundou a dinastia dos Aqueménides e construiu um vasto império.

A sua política expansionista seria continuada pelos sucessores Dário (I, II e III), Artajerdes (I e II) e o próprio Alexandre Magno, que em 331 a.C. conquistou a Pérsia, acrescentando-a ao seu império.

O império alexandrino foi sucedido pelos impérios selucidas, partos e sasanidas governando até 640 a.C., ano em que foi derrotado pelo império muçulmano. As dissidências e divisões ocorridas nos anos posteriores a Maomé, o Irão tornou-se associado ao islamismo Xiita. No século X foi conquistado pelos turcos selucidas, e três séculos mais tarde ficou devastado pela esmagadora invasão dos exércitos mongóis. Mal havia recuperado do golpe quando os exércitos de Tamerlan avançaram sobre o território persa, conquistando cidades como Shiraz e Isfahan.

A dinastia Sávida chegou ao poder em 1501 após a desintegração do império de Tamerland. O seu fundador, Ismail I, torna Tabriz como a nova capital e assume o título de Xá.

Os sávidas proclamaram o Islão Xiita como a religião estatal e através do proselitismo e da força converteram a população a esta doutrina religiosa.

Após a morte de Abbas I, o sucessor de Ismail I, inicia-se o declínio Persa Sávida culminando em 1722 com uma efémera invasão afegã. Em 1796, a dinastia Qajar chega ao poder governando até ao início do século XXI.

A aspiração pela modernização do país levou a Revolução Constitucional Persa 1905-1921, subindo ao poder Reza Pahlevi, sob o título “Xá”. O seu reinado torna-se progressivamente ditatorial pela insistência em esmagar a oposição do clero xiita, bem como os defensores da democracia. Em 1941, durante a II Guerra Mundial, declara a sua neutralidade. Contudo forças anglo-russas invadem o território iraniano, de modo a assegurar para si os recursos petrolíferos e designam Muhammad Reza Pahlevi, filho do anterior, como o novo Xá. A revolução iraniana iniciada em 1979 causa a fuga do Xá e a nomeação do Aiatola Ruhohal Khomein como o chefe máximo do pais, substituindo um regime imperial por uma republica islâmica, com leis conservadoras inspiradas no islamismo e com o controle politico nas mãos do clero.

As relações entre governos iranianos pré-revolucionários e os Estados Unidos da América tornam-se fortemente tensas, aquando da invasão em 1979 na Embaixada Norte Americana por estudantes iranianos sequestrando todos os colaboradores, e exportando esta revolução islâmica para outros países em conjunto com grupos militantes anti ocidente, como o Hezbollah do Líbano. No ano seguinte, o Irão e o Iraque enfrentaram-se numa guerra destruidora que demorou oito anos.

As quezílias entre conservadores e reformistas tem-se mantido até aos tempos de hoje, sendo que, desde a vitoria de Mahmoud Ahmadinejad nas eleições de 2005, as tensões entre o Irão e os Estados Unidos tem aumentado, em especial quando se referem ao programa nuclear iraniano.

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