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Marrocos

Marrocos, tal como grande parte do norte do continente africano esteve, sucessivamente sob o domínio fenício que, no século XII a. C., instalaram feitorias no litoral mediterrâneo e atlântico, passando a controlar todo o comércio da prata e ouro.

Posteriormente, os cartagineses fundaram entrepostos comerciais no litoral marroquino. Com a destruição de Cartago, em 146 a.C., o domínio de Roma substituiu junto dos reinos berberes a suserania púnica e, na época de Augusto, o território passou a integrar a nova província romana da Mauritânia Tingitana. O domínio romano terminou com a chegada dos vândalos, povo germânico procedente da Espanha, mantendo um reinado até o ano 534 da era cristã, tendo este sido destruído pelo exército bizantino de Belisário, trazendo consigo o Islão e a fundação do reino de Nekor.

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A invasão árabe no século VII foi o acontecimento mais importante da história da África setentrional, em virtude da incorporação ao Magreb de fundamentos religiosos, políticos e culturais do Islão, que após sessenta e três anos de resistência berbere, a conquista terminou no ano 709 e dois anos mais tarde, os árabes contaram com a preciosa ajuda dos berberes já islamizados, para conquistar a Península Ibérica.

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Idriss I, um descendente de Maomé, refugiou-se em 786 em Marrocos, fundando uma dinastia independente do califado abássida de Bagdad. Idriss II estendeu os seus domínios para sul e leste, transformando Fez num grande centro religioso e cultural. No século XI, os Almorávidas, uma tribo berbere procedentes da Mauritânia, invadiram o país e estenderam o seu domínio até à Espanha e, um século mais tarde, teve início o movimento religioso, logo transformado em político, dos Almôadas, que fundaram um império consolidado, em parte, pela Península Ibérica.

O poder almóada entra em decadência no século XIII, com um novo império, os Marínidas berberes.

 

Em 1415, os portugueses fundaram feitorias em Ceuta que, posteriormente, passaram para domínio espanhol. Marrocos somente conseguiu conter a invasão europeia em 1578, na batalha de Alcácer Quibir e no fim do mesmo século, a invasão turca, que haviam conquistado grande parte do norte da África.

 

Com a abertura de novas rotas marítimas, o comércio através do Saara foi abandonado, e o país entrou em declínio consequência de uma grave crise económica.

 

Com a invasão francesa na Argélia em 1830, Marrocos lentamente começou a envolver-se nas lutas colonialistas contra as potências europeias, ajudando os militares argelinos. Contudo, as forças marroquinas acabaram por ser derrotadas pelos franceses em 1844 e, igualmente derrotados em 1859, aquando de uma disputa com a Espanha pelas fronteiras do encrave de Ceuta.

 

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No ano de 1904, o Reino Unido reconheceu os interesses franceses no território Marroquino e no mesmo ano, França e Espanha chegam a um acordo que assegurava aos espanhóis o norte do Marrocos como área de influência. A Conferência Internacional de Algeciras, em 1906, reconheceu a integridade territorial do império marroquino, ao mesmo tempo em que legitimou a preponderância de França e Espanha no país, tendo a França ficado com a maior parte do território, e a Espanha, os territórios do Rif e de Ifni.

 

Comandada pelo Emir Abd-al-Krim, a rebelião anticolonialista, iniciada em 1921, estendeu-se à zona de influência francesa, tendo sido dominada em 1926 pelas forças franco-espanholas e dez anos mais tarde, a mesma rebelião marroquina lutou, sob as ordens do general Francisco Franco, na Península Ibérica.

 

O Sultão Mohamed Ben Yusuf, conhecido como Mohamed V, aderiu ao movimento nacionalista e dez anos mais tarde, acabou deposto pelos franceses por não ter aceite reformas que lhe limitavam o poder. A Espanha, que não havia sido consultada, negou-se a reconhecer a deposição e acolheu patriotas marroquinos. Na eminência da possível rebelião por parte da Argélia, o governo francês concedeu a independência a Marrocos a 2 de Março de 1956, tendo Mohamed Ben Yusuf regressado ao seu trono.

 

Em Abril do mesmo ano, a Espanha renunciou aos territórios o seu protetorado na área norte, e Marrocos, parcialmente unificado, tornou-se independente, adotando o regime de monarquia constitucional em 1962.

Ao obter a independência, Marrocos havia aceite e reconhecido a legitimidade das suas fronteiras em tratados com a França e a Espanha.

 

O partido Istiqlal, entre outros grupos nacionalistas, reivindicaram o que chamavam de Grande Marrocos, território que, a leste, avançava pelo Saara argelino e, ao sul, chegava até o rio Senegal e incluía o Saara Espanhol e a Mauritânia, assim como vastas regiões da Argélia, Senegal e Mali.

 

Marrocos pretendia anexar dois milhões de quilómetros quadrados (mais de quatro vezes a extensão do seu atual território na época) escassamente povoados, mas ricos em recursos minerais.

 

O governo marroquino conseguiu cumprir parte de seu ambicioso programa, tendo a Espanha passado em 1958, a porção sul do seu protetorado espanhol, Tarfaya, e no de 1969 devolveu Ifni. O rei Hassan II, que sucedera a seu pai, Mohamed V, em 1961, encabeçou em 1975 a Marcha Verde, integrada por 350.000 marroquinos desarmados que penetraram no Saara Espanhol e forçaram a Espanha a abandonar o território.

 

No ano seguinte, Marrocos iniciou uma guerra com a Frente Polisario (Frente Popular para a Libertação da Saguia El Hamra e Río de Oro), que lutava pela independência do território ocupado pelos marroquinos e re–batizado com o nome de Saara Ocidental.

 

Em 1986, o país conseguiu assegurar dois terços do território. O estreitamento das relações com a Argélia, em 1987 e 1988, juntamente com uma proposta de paz das Nações Unidas, aceite por Marrocos, prenunciou uma solução para o problema, mas a ação militar da Frente Polisario, no ano seguinte, interrompeu as conversações.

 

Por último, é de salientar o papel que Marrocos tem desempenhado no importante processo de paz na Palestina, através de um relacionamento equilibrado entre Hassan II e as partes beligerantes, a Organização de Libertação da Palestina (OLP) e Israel, que permitiu, nomeadamente, o estabelecimento de interesses económicos naqueles países.

 
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