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Férias em Myanmar – A História

Myanmar

Os Birmanes ou bramás (atualmente a etnia principal da Birmânia) começaram a migrar do reino de Nan chao (Yunnan) para o vale do Ayeyarwady a partir do século VII e, em 849, fundaram um pequeno reino com centro em Pagan.

No reinado de Anawrahta (1944-1077), a influência de Pagan expandiu-se para o território aproximado ao da actual Myanmar. Após conquistar a capital mon em 1057, os birmanes adoptaram o budismo e desenvolveram a escrita birmanesa, baseada na escrita mon. Os reis de Pagan construíram muitos templos e pagodes no país, aproveitando-se da prosperidade trazida pelo comércio.

Com a ajuda de birmaneses que fugiram de Ava, o pequeno reino birmanes de Taungu derrotou o poderoso reino mon de Pegu, de modo a reunificar a baixa Birmânia por volta de 1540. Posteriormente, veio a conquistar a alta Birmânia (1555), Manipur (1556), Estados shans (1557), Chiang Mai (1557), o reino siamês de Ayutthaya (1564, 1569) e o reino Laosiano de Lan Xang (1574), assim controlando a maior parte da porção ocidental do Sudeste da Ásia.

Com a morte do Rei Bayinnaung em 1581, o reino desmoronou-se. Os siameses de Ayutthaya expulsaram os birmaneses, enquanto que em 1599 forças da etnia rakhine, ajudadas por mercenários portugueses, saquearam Pegu (agora capital do reino de Taungu). O principal mercenário português, Filipe de Brito e Nicote, revoltou-se contra os seus mestres rakhines e passou a controlar o que era então o mais importante porto da Birmânia, Syriam (hoje Thanlyin).

Os birmaneses, chefiados pelo Rei Anaukpetlun (1605-1628), reorganizaram-se e derrotaram os portugueses em 1611. Anaukpetlun restabeleceu um reino de dimensões menores com base em Ava e que incluía a alta e a baixa Birmânia e os Estados shans (mas sem os rakhines ou Taninthayi). O posterior declínio daquele reino assistiu a uma revolta bemsucedida dos mons, a partir de 1740, com ajuda francesa e incentivo siamês; os mons conquistaram a baixa Birmânia em 1747 e terminaram por extinguir a Casa de Taungu em 1752, com a queda de Ava.

Os birmaneses sufocaram uma revolta em Manipur em 1819 e naquele ano conquistaram o reino de Assam, até então independente. Tais aquisições estenderam o território birmanês até a Índia Britânica. Os britânicos derrotaram os birmaneses na Primeira Guerra Anglo-Birmanesa (1824-1826), resultando na cessão, por parte da Birmânia, de Assam, Manipur, Rakhine (Arakan) e Tenasserim (actual Tanintharyi). A Segunda Guerra Birmanesa, em 1852, durou três meses, após os britânicos anexarem as restantes províncias litorais:

Ayeyarwady, Rangum e Pegu, renomeadas baixa Birmânia. Após o reinado do popular Rei Mindon (1853–1878), fundador de Mandalay, os britânicos depuseram o fraco Rei Thibaw (1878–1885), na Terceira Guerra Anglo-Birmanesa (na verdade, a simples tomada da capital Mandalay). A família real birmanesa foi exilada para a Índia. As alta e baixa Birmânias foram reunidas e administradas como uma única província da Índia Britânica.

 

Época colonial (1886-1948)

Os britânicos construíram escolas, prisões e estradas de ferro. O ressentimento birmanês com a ocupação colonial manteve-se forte e ocasionalmente provocava distúrbios violentos. O descontentamento era provocado particularmente pelo que era visto como desrespeito à cultura e tradições birmanesas, tais como o uso de sapatos no interior dos templos e santuários budistas pelos britânicos. O budismo passou a ser empregado como foco de resistência pelos birmaneses e os monges budistas tornaram-se a vanguarda do movimento pela independência.

No 1 de Abril de 1937, a Birmânia passou a ser um território administrado separadamente da Índia.

Durante a Segunda Guerra Mundial, a Birmânia transformou-se numa das principais frentes de batalha do Teatro do Sudeste Asiático. A administração britânica desmoronou face ao avanço japonês e cerca de 300.000 refugiados cruzaram a selva para a Índia, no entanto apenas 30.000 chegaram com vida. A campanha militar japonesa expulsou os britânicos da Birmânia, mas o Reino Unido contra-atacou com tropas do exército indiano britânico e, na altura de 1945, havia retomado o país. Tropas autóctones lutaram nos dois lados da guerra.

 

República democrática (1948-1962)

No dia 4 de Janeiro de 1948, o país tornou-se uma república independente fora da Commonwealth Britânica, com o nome oficial União da Birmânia. Sao Shwe Thaik assumiu a presidência e U Nu, o cargo de primeiro-ministro. Instituiu-se um parlamento bicameral. Em 1961, o birmanês U Thant foi eleito Secretário-Geral das Nações Unidas, o primeiro indivíduo não ocidental a ocupar a chefia de uma organização internacional, permanecendo no cargo durante dez anos.

 

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