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Bolívia

Época Pré-Colombiana

Apesar de existirem evidencias arqueológicas que comprovam o desenvolvimento de grandes civilizações humanas no ano 3000 a. C, os primeiros povos a habitarem o altiplano boliviano foram os Wankarani, Chiria e Tiwanaka que surgem por volta de 2000 a.C.

Posteriormente, os índios da língua Aymara e os Collas atravessaram os Andes Bolivianos, que também estes ocuparam o altiplano.

 

No começo do século II a. C desenvolve-se a poderosa cultura Tiahuanaca, uma sociedade organizada, próspera e ambiciosa, cujos vestígios desta cultura milenar podem ser apreciados nas relíquias encontradas em diversas partes do país.

 

Contemporâneas aos Tiwanaku, existiram também a civilização Troxo, nas terras baixas do leste, e a civilização Mollo ao norte da actual cidade de La Paz. Ambas desenvolveram técnicas agrícolas avançadas, que se dissiparam no mesmo período.

 

O colapso da civilização Tiwanaka resultou no fortalecimento de sete reinos regionais dos Aymara, um povo guerreiro que vivia em vilas fortificadas no alto de colinas. Estes tinham uma extraordinária habilidade em se adaptar ao clima inóspito da região, e mantinham as suas reservas de comida através de técnicas de irrigação, congelamento e desidratação dos alimentos.

 

Ainda que tenham dominado por completo o povo Uru, o progressivo enfraquecimento dos diversos reinos Aymara não permitiu travar a expansão dos Quechua, também conhecidos como Incas, quando adotaram o nome dos seus imperadores.

 

No começo do século XV tornaram-se o mais poderoso grupo étnico de todo o território boliviano.

A cordilheira boliviana ficou conhecida como o Kollasuyo, uma área densamente povoada com imensa riqueza mineral e uma poderosa economia que constituía uma das quatro unidades administrativas do Império Inca. O oficial superior do Kollasuyo só respondia ao imperador Inca, e supervisionava um grupo de governadores locais, que em troca controlavam a nobreza Aymara. Sob um regime genérico chamado mita, os Incas obrigavam os nativos do Kollasuyo a trabalhar nas minas, na construção de projectos ou servir no exército, compensando-os pelo seu trabalho. Apesar do seu intento de centralizar o império, os Incas não mudaram muito o esquema de organização dos reinos Aymara, que permaneceram relativamente autónomos. Muitos dos antigos chefes locais mantiveram os seus poderes, sob os auspícios das autoridades Incas e eram também livres para manter a sua cultura, religião e língua.

 

A nobreza regional, ainda que forçada a enviar os seus filhos para Cuzco, a fim de terem uma educação, continuavam a reter a propriedade privada.

 

Em 1470 vários reinos Aymaras lutaram contra o domínio Inca. Porém estes derrotaram completamente os respectivos reinos, enviando colonos que falavam Quechua, especialmente para os vales do Sul e centro do território Aymara. Já no começo do século XVI, os Incas haviam restabelecido o seu domínio sobre a região do Kollasuyo, facto que proporcionou a predominância do Quechua em certas áreas da Bolívia, durando até os dias de hoje.

 

 

A Conquista Espanhola

Na década de 1520, as constantes rivalidades internas entre as civilizações indignas provocaram gradualmente o enfraquecimento do império Inca.

 

Após a morte do imperador Huayna Capac em 1527, os seus filhos Huascar e Atahualpa travaram uma guerra pela sucessão. Embora Atahualpa tenha derrotado o seu irmão, não havia ainda consolidado plenamente o seu poder aquando da chegada dos espanhóis em 1532.

 

Durante as duas primeiras décadas de domínio espanhol, o acordo das cordilheiras bolivianas – conhecidas hoje como Alto Peru ou Charcas - foi objeto de disputa entre as forças de Pizarro e Diego de Almagro, também espanhol, devido ás minas de prata. Os dois haviam dividido o território Inca em áreas de influência, ficando o norte sob o controle de Pizarro e o sul sob domínio de Almagro. O conflito iniciado em 1537 entre ambos findou com a execução de Almagro por Pizarro. Três anos mais tarde, o próprio Pizarro seria assassinado por antigos parceiros de Almagro. O irmão de Pizarro, Gonzalo Pizarro, assumiu o controle do Alto Peru, mas logo se viu envolvido numa revolta contra a coroa espanhola.

 

Somente após a execução de Gonzalo, em 1548, a Espanha conseguiu reafirmar a sua total autoridade sobre a região, e mais tarde naquele mesmo ano, autoridades coloniais estabeleceram a cidade de La Paz, que logo se transformou num importante e estratégico centro comercial na Rota da Prata.

 

 

Independência e o pós – independência

Em 1781 surge a primeira tentativa de expulsar os espanhóis e restabelecer o domínio Inca. Porém, passados 15 anos em guerra, o general Antonio Olañeta ainda conseguia resistir às forças de libertação da Bolívia.

 

Em 1825, com o envio de uma expedição sob o comando de Simão Bolivar, é proclamada independência do Alto Peru formando-se a Republica da Bolívia.

 

Consequentemente, Simão Bolivar tornou-se o primeiro presidente da Republica.

 

Apesar da aparente solidez da estrutura republicana, a independência não trouxe a estabilidade pretendida. Durante quase sessenta anos, golpes e constituições de governo de pouca duração dominaram a politica boliviana e a fragilidade militar foi demonstrada ao longo dos anos subsequentes.

 

Durante a Guerra do Pacifico (1879 – 1883), a Bolívia perdeu para o Chile a sua costa litoral e os seus campos ricos em nitratos. No final do século XIX, a relativa prosperidade e estabilidade causada pelo crescimento do preço da prata foi de pouca duração. O tratado de Petrópolis, em detrimento para o povo boliviano, assinado a 17 de Novembro de 1903 pôs fim ao conflito entre a Bolívia e o Brasil pelo território do Acre. Segundo o mesmo, a borracha extraída do território do Acre, e respetivas florestas passaram definitivamente para o domínio brasileiro. O conflito entre a Bolívia e Paraguai gerado pela descoberta de petróleo culmina com a derrota da Bolívia na Guerra de Chaco (1932-1935).

 

Segue-se um período de governos militares em que, ambos, não conseguem resolver o problema económico-social do país.

 

Século XXI

Entre Janeiro e Abril de 2000, uma série de protestos de anti - privatização ocorreram em Cochabamba, por causa da privatização do sistema de fornecimento de água municipal. O governo boliviano declarou a lei marcial, prendendo os líderes do protesto e fechando várias estações de rádio, mas depois de contínuos distúrbios e da pressão civil, o governo finalmente cedeu à privatização a 10 de Abril.

 

A deterioração do sistema político provocou a “morte” das forças políticas tradicionais, incluindo os partidos ADN (do ex. presidente Hugo Banzer), MIR (do ex-presidente Jaime Paz Zamora) e MNR (dos ex-presidentes Victor Paz Estenssoro and Gonzalo Sánchez de Losada).

 

O que fez com que surgisse uma confederação de movimentos sociais nativos (MAS) tendo Evo Morales como líder. Nas eleições de Dezembro de 2005 Evo Morales e o MAS obtiveram uma vitória esmagadora atingindo 54% dos votos do eleitorado.

 

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