
Para a maioria dos egípcios, a vida e o estilo de vida têm mudado muito pouco desde há centenas de anos.
Cultura
O século XX ficou certamente marcado pela introdução de refrigerantes de marca, das Levi’s e dos aparelhos de televisão.
No entanto, para grande parte da população felá (camponeses), a vida de hoje é praticamente igual à de sempre.
A atitude dominante entre a maior parte dos egípcios é a de que o que for, será... Prevalece uma despectiva quase fatalista, oriunda de milhares de anos de peste, fome, invasões e cheias.
Para a maioria dos egípcios, a vida rege-se pelas regras que existiam nas gerações anteriores.
Festivais e eventos
O Calendário Islâmico (Hjira) é 11 dias mais curto que o Calendário Gregoriano (ocidental) e assim sendo, os feriados e dias festivos celebram-se 11 dias mais cedo cada ano.
Ras as-Sana é a celebração do Ano Novo Islâmico e Moulid an-Nabi comemora o aniversário do profeta Maomé, por volta de Julho/Agosto. Estas celebrações incluem paradas nas ruas da cidade, com iluminações, banquetes, tocadores de tambores e doces especiais.
O Ramadão é celebrado durante o nono mês do Calendário Islâmico e constitui um acontecimento importante no ano Islâmico. Foi neste mês que o Corão foi revelado a Maomé e como prova de deferência, os fiéis fazem jejum completo (não comem nem bebem absolutamente nada) até ao pôr-do-sol de cada dia. No final do Ramadão (Eid al-Fitr), o jejum é quebrado com muitas celebrações e júbilo. Eid al-Adhah é a altura da peregrinação a Meca e cada muçulmano deve fazer esta peregrinação pelo menos uma vez na vida.
As ruas são decoradas com luzes coloridas e as crianças brincam vestidas com os seus melhores trajes. O ritual de Mahmal é celebrado em cada povoação, enquanto são oferecidos aos peregrinos tapetes e cobertas para levarem na viagem. Estes eventos têm lugar por volta de Abril/Maio.





