
Evidências arqueológicas comprovam que o atual território panamenho fora outrora ocupado por diversas tribos indígenas, provenientes de grupos como os chibchas da Colômbia, agricultores sedentários que ocuparam as terras altas orientais, e os caribes, guerreiros e primitivos que, por sua vez ocuparam a costa atlântica.

Descoberto no inicio do século XVI por uma armada espanhola, composta por Rodrigo de Bastidas, Juan de la Costa e Nuñez de Balboa, o Panamá converteu-se numa via de cruzamento, entre os mares e um centro comercial importante dentro do já extenso império espanhol, transportando as suas riquezas por meio de barcos até ao porto de Portobelo na província de Colón.
Chegando ao porto, as mercadorias eram carregadas através do istmo até à cidade do Panamá que, por sua vez, eram distribuídas pelas suas colonias, na costa pacifica da America.
Essa concentração de riquezas atraiu piratas e corsários ingleses como Francis Drake, que assolou Portobelo em 1596 e Henry Morgan que incendiou e saqueou a primeira Cidade do Panamá, em 1671.
Motivada pelos ares de liberdade dos países vizinhos, o Panamá tornou-se independente em Novembro de 1821, para se unir aos países da Grande Colômbia, composto pela Colômbia, Venezuela e Equador.
Porém, o desejo panamenho de se converter numa república livre e soberana, levou-o a separar-se da Colômbia a 3 de Novembro de 1903.
No ano seguinte, iniciou-se a construção da oitava maravilha do mundo, o Canal do Panamá, uma obra que definiu a vocação do território enquanto lugar de passeio e intercâmbio.
Atualmente, o Panamá é um dos países com maior desenvolvimento da América central, sobretudo nas áreas da economia e turismo.
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