Será que voltará a ser como antes?

Praia

Particamente um ano passado e mais do mesmo, ou seja a solução para a Pandemia parece longe de ser encontrada.

São muitas as famílias e sectores de atividade que continuam a ser fustigados pela crise provocada por confinamentos e sucessivas restrições em nome da saúde pública.

Dificilmente haverá sector económico mais penalizado que o do Turismo.

Das companhias aéreas aos hotéis, passando pelas Agências de Viagens, Operadores turísticos, Empresas de Transferes e passeios turísticos, empresas de animação, hotéis, bares, restaurantes… e muito mais têm sido os mais prejudicados de toda esta crise pandémica.

Será que algo voltará a ser igual? Muito dificilmente…

Se em situação normal antes da Pandemia era frequente certas companhias aéreas e operadores turísticos abrirem processos de insolvência, imaginem o que vai restar e a que preços irão vender os voos e as viagens.

Por cá parece que os restaurantes são o bode expiatório e a principal fonte de contágio, segundo grande parte dos especialistas. Sinceramente, durante todo o ano fui, sempre que tive possibilidade almoçar ou jantar fora com a minha família e nunca me senti em risco com as minhas escolhas que nunca recaíram por restaurantes vocacionadas para centenas de clientes – A escolha recaiu por restaurantes pequenos e, no interior ou exterior, sempre me senti seguro na minha mesa bem distante de mesas de outros clientes.

O convívio resumiu-se sempre ao grupo que faz parte da minha bolha. Se eventualmente juntasse na minha mesa amigos próximos que não vivem comigo, com toda a certeza a segurança não seria a mesma.

Na perspectiva dos funcionários do Restaurante, é impossível controlar quem se senta na mesma mesa – Se coabitam ou não e mesmo que a legislação previsse uma forma de controlo, tal seria algo intrusivo e complicado de por em prática. O que poderia haver, isso sim era um pequeno formulário para registar nomes e contactos dos clientes para que, caso surgisse algum caso positivo, houvesse uma forma de contactar os clientes e de os avisar.

Enfim, passado um ano, já apertam as saudades de uma viagem de férias sem medos e sobressaltos.