Sobre o Mónaco

Mónaco

Aqui encontrará algumas informações úteis sobre o Mónaco como o clima, línguas oficiais, moeda oficial, regime de entrada e estada, regime de vistos, transportes, condições de segurança, condições de saúde, telecomunicações, e muito mais.

Cidade com uma superfície de 2km2, o Principado de Mónaco é, após o Vaticano, o segundo menor Estado europeu. Situado no sul de França, a cerca de 20km de Nice, faz fronteira com o departamento dos Alpes Marítimos em 3 frentes, sendo a quarta o Mar Mediterrâneo. Cidade-estado soberana, o seu regime político é o de uma monarquia constitucional.

 

O clima no Mónaco

O clima é mediterrânico ou seja temperado com verões quentes e secos, e invernos suaves e húmidos. Ao longo do ano, a temperatura varia de 6.ºC a 28.ºC e o clima ameno traduz-se por uma média de 300 dias ensolarados por ano.

 

A única língua oficial é o francês embora na sinalização de ruas e outras seja frequente incluir a versão monegasca.

 

A moeda é o Euro. Foi introduzido no território a partir de 1999 e, desde janeiro de 2002, substituiu o franco monegasco.

A rede de telecomunicações é avançada, pelo que o uso de cartões de débito e crédito não suscita qualquer dificuldade.

O custo de vida é elevado.

 

 

Regime de entrada e estada no Mónaco

Para entrar no território monegasco, os cidadãos Portugueses devem ser portadores de um Cartão de Cidadão, Bilhete de Identidade ou Passaporte em curso de validade. O mesmo se aplica aos cidadãos dos outros países do Espaço Económico Europeu.

Embora não haja fronteira física entre a França e o Principado de Mónaco, os viajantes podem ser sujeito a controlos de polícia dentro do território, pelo que se recomenda que estejam sempre na posse de documentos de identificação.

Para estadas até 90 dias não é necessário obter visto, salvo para as nacionalidades que a ele estariam sujeitos para entrar no Espaço Schengen.

 Para qualquer estada superior a 3 meses, deverá ser solicitado um Cartão de Residente. As condições de obtenção variam em função da nacionalidade.

 

 

Condições de segurança no Mónaco

A taxa de criminalidade é das mais baixas da Europa. A Segurança Pública do território alicerça-se num vasto sistema de videovigilância o que resulta em condições de segurança geralmente boas, sendo de ressalvar os habituais cuidados a ter para evitar carteiristas em lugares de muita frequentação como as estações ou atrações turísticas.

Mónaco e o departamento francês dos Alpes Marítimos com o qual faz fronteira encontram-se numa zona de risco sísmico médio. Por comparação, Portugal situa-se numa zona de risco elevado.

 

 

Transportes no Mónaco

Mónaco não tem aeroporto, sendo que o mais próximo é o Aeroporto Internacional de Nice a cerca de 20km.

De Portugal, há ligações directas para Nice a partir de Lisboa (diárias – TAP, EasyJet), de Faro e do Porto (3 vezes por semana, EasyJet).

Do aeroporto de Nice para Mónaco e vice-versa, o trajecto pode ser feito por autocarro expresso que parte a cada 30 minutos aproximadamente ou por helicóptero, havendo geralmente voos a cada 15 minutos entre as 09h00 e 17h00.

Outras carreiras rodoviárias asseguram ligações regulares com Nice, Menton (junto à fronteira italiana) e outras cidades limítrofes do principado como Cap d’Ail ou Roquebrune Cap Martin. Dentro da cidade, a Companhia de Autocarros de Mónaco disponibiliza várias linhas, algumas das quais com percursos nocturnos, e gere também a travessia de barco entre as duas margens do porto ligando os bairros de Monaco-ville e Monte Carlo.

Quanto a ligações ferroviárias, todos os comboios internacionais que circulam entre Nice e a Itália param em Mónaco, de mesmo que os comboios interurbanos entre Nice e a cidade italiana de Vintimille.

Para embarcações de recreio, há duas marinas que são geridas pela Sociedade de Exploração dos Portos de Mónaco.

O acesso por carro pode ser feito por autoestrada (A8) ou por uma das três estradas panorâmicas ao longo da costa (Basse, Moyenne e Grande Corniche).

A infraestrutura rodoviária é boa mas facilmente congestionável num território que tem a maior densidade populacional do mundo, em particular às horas de ponta. O limite de velocidade é de 50km/h em praticamente toda a cidade. A circulação é altamente condicionada por altura do Grande Prémio de Fórmula1 (Maio/Junho).

O acesso à ao Bairro “Monaco-ville”, que corresponde à parte velha da cidade onde se encontram o palácio e o museu oceanográfico, é reservado aos veículos matriculados no Mónaco ou no departamento vizinho dos Alpes Marítimos. Essa restrição não se aplica aos outros bairros. Estacionamentos subterrâneos estão espalhados por toda a cidade.

Devido à elevada densidade da circulação e à sinuosidade das estradas desaconselha-se a prática de ciclismo na rede rodoviária do Principado.

 

 

Cuidados de saúde no Mónaco

O Centro Hospitalar Princesa Grace é o único hospital público.

O número de emergência europeu – 112 – funciona igualmente em Mónaco porquanto seja marcado a partir de um telemóvel.

O número da Polícia local é o 17 e o número dos Bombeiros é o 18.

 

 

Comunicações no Mónaco

O indicativo internacional de Mónaco é o +377. A rede de telecomunicações é das mais avançadas, tendo já sido lançados testes da tecnologia G5. A empresa Monaco Telecom detém o monopólio da telefonia fixa, acesso à Internet e televisão mas o mercado de telefonia móvel é concorrencial.

Atenção que os custos de roaming foram eliminados dentro da União Europeia mas que continuam a aplicar-se a comunicações e transmissão de dados de e para o Mónaco, salvo plano que inclua especificamente aquele território.

O serviço postal é assegurado pelos correios franceses e, em razão dessa integração, foi atribuído um código postal de formato francês (5 números), sendo o mais comum “98000”. No entanto, para o envio de correspondência a partir do território, os selos deverão ser do Mónaco.

Para mais informação importante sobre o destino, antes de viajar, não deixe de consultar os conselhos ao viajante no portal da Comunidades

Mais Informao

Antes de marcar qualquer viagem de férias não deixe de conferir as informações e alertas mais recentes sobre cada país / destino, no Portal das comunidades portuguesas.
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Antes da partida:

1. Verifique se dispõe de passaporte válido. Alguns países exigem um prazo de validade que poderá ir até 6 meses após a conclusão da viagem e outros não aceitam passaportes temporários, se possível deixe a familiares fotocópia do passaporte e do contacto do hotel onde ficará instalado. Verifique também se os seus cartões de crédito/débito são aceites no país de destino;

2. Adquira atempadamente o bilhete e garanta as condições e os meios necessários para a viagem. Assegure-se de que dispõe dos meios suficientes para a sua permanência no país e para regressar, no caso de o seu bilhete de regresso perder a validade;

3. Verifique, junto do seu agente de viagens ou nas Embaixadas e Consulados, se necessita de um visto para entrar no país de destino. Em caso afirmativo, não parta sem obter o visto;

4. Informe-se sobre quaisquer acordos de assistência médica que possam existir com os países do seu destino;

5. Obtenha o seu Cartão Europeu de Seguro de Doença - CESD, caso se desloque para um país da União Europeia. Informe-se nos serviços ou no site da Segurança Social ou do seu subsistema de saúde;

6. Informe-se, com antecedência, quanto à necessidade de cuidados de saúde especiais (vacinas ou precauções especiais). Aconselha-se a realização de uma Consulta do Viajante (atentos a que alguns países exigem a apresentação do certificado internacional de vacinação contra a febre amarela).

Nesta consulta é informado sobre medidas preventivas (ou curativas) a adotar antes, durante e depois da viagem, em função do destino, da viagem e de quem viaja. Esta consulta é extremamente importante para todos os viajantes, em particular para grávidas, crianças, idosos e indivíduos com doenças crónicas.

Esta consulta inclui vacinação ou toma preventiva de medicação contra múltiplas doenças de risco baixo ou inexistente em Portugal, informação sobre higiene individual e cuidados a ter com a água e os alimentos que se ingerem, aconselhamento e prescrição da farmácia do viajante que pode ou deve levar consigo e informação sobre assistência médica e riscos nos destinos para que viaje.

A consulta do viajante deve ser marcada um a dois meses antes da realização da viagem. O paciente deve levar consigo o seu documento de identificação (com número de utente de serviço de saúde), o boletim individual de saúde/vacinas e o certificado internacional de vacinação (caso já tenha).

As consultas do viajante e os centros de vacinação internacional encontram-se disponíveis em todo o país. Pode localizar o mais próximo da sua área de residência no site do Serviço Nacional de Saúde.

Em complemento à informação aqui disponibilizada, recomenda-se a consulta dos portais da União Europeia (UE), com recomendações para quem se prepara para viajar no Espaço Europeu, e da Direção-Geral da Saúde.

7. Faça um seguro de viagem que inclua, preferencialmente, assistência médica, roubo, furto e despesas de repatriação. Verifique as condições contratuais e os dados mais importantes: idade e limites territoriais, notificação de queixas e prazos de validade;

8. Informe algum familiar ou amigo da data de partida e da previsível hora de chegada. Indique o país ou países de destino, moradas e números de telefone de contacto.

9. Se vai viajar para países com condições de segurança precárias, procure obter o máximo de informação possível antes da sua partida e informe a(s) Embaixada(s) e/ou o(s) Consulado(s) de Portugal do país ou países que pretende visitar, da data de inicio da viagem, dos locais onde irá permanecer e dos respectivos contactos telefónicos;

10. Registe-se na aplicação móvel gratuita “Registo Viajante”, disponível para dispositivos Android e IOS, permitindo ser imediatamente localizado e contactado em caso de emergência, como catástrofes naturais, acidentes ou atentados. Pode igualmente registar-se no Formulário Registo Viajante.

 

 

No destino:

1. A fim de evitar o extravio da documentação, é aconselhável o depósito dos originais e dos bilhetes de viagem nos cofres do hotel. É suficiente, na maior parte dos países, a exibição de fotocópia dos documentos, autenticada com selo a óleo do hotel;

2. Qualquer que seja o país de destino, deverá evitar a exibição de joias e objetos de valor. Os pequenos furtos são uma constante e toda a precaução é recomendável;

3. Evite frequentar ruas mal iluminadas de noite e não resista a uma tentativa de roubo violento;

4. Não transporte malas ou embrulhos que não lhe pertençam e mantenha sempre sob vigilância a sua bagagem;

5. Não conduza veículos de outras pessoas através de fronteiras;

6. Recuse e evite qualquer tipo de contacto, manipulação ou consumo de drogas. Poderá enfrentar, consoante a lei de cada país, multas pesadas, longas penas de prisão em condições difíceis, ou mesmo a pena de morte;

7. Nos países muçulmanos e orientais, o viajante irá deparar-se com culturas muito diferentes da ocidental, devendo observar as regulamentações locais relativas ao vestuário e formas de comportamento. O consumo de drogas e de bebidas alcoólicas é geralmente punido com pesadas penas de prisão.

8. Tenha também sempre presente que as suas atitudes poderão beneficiar ou prejudicar a imagem de Portugal.

Nota importante

As presentes informações não têm natureza vinculativa, funcionando apenas como indicações e conselhos, e são suscetíveis de alteração a qualquer momento.

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