Sobre os Território Palestinianos Ocupados

Belem

Atendendo à instabilidade crónica na região e, nomeadamente, à possibilidade de escalada de violência na faixa de Gaza e ao lançamento de rockets e morteiros a partir de Gaza em direção a algumas cidades do sul de Israel, são totalmente desaconselhadas quaisquer deslocações à Faixa de Gaza e às áreas imediatamente circundantes.

É recomendada a adoção de medidas de precaução no caso de deslocações à Cisjordânia e à zona da fronteira israelo-libanesa e junto à Síria (Montes Golã) que, na medida do possível, deverão ser limitadas no tempo e respeitar as recomendações abaixo formuladas.

Uma das realidades locais a ter bem presente pelos viajantes é a de terem de contar com uma capacidade de apoio consular limitada, nomeadamente em termos de celeridade e facilidade de acesso na Cisjordânia e na Faixa de Gaza.

Assim, recomenda-se aos nacionais portugueses que ali se desloquem que mantenham sempre um elevado nível de vigilância e se rodeiem das cautelas adequadas, dando sempre a conhecer ao Escritório de Representação em Ramallah ou, alternativamente, à Secção Consular da Embaixada de Portugal em Telavive, se possível previamente à deslocação, a respetiva presença no local.

Número de telefone de emergência consular (em Telavive): (00) 972 (0) 54 545 11 72.

As fronteiras internacionalmente reconhecidas de Israel correspondem à área geográfica ocupada pelo país até junho de 1967 ("Linha Verde"). No entanto, os mapas de Israel incluem, normalmente, os territórios ocupados durante a guerra de 1967 – Montes Golã, Jerusalém oriental, Cisjordânia e Faixa de Gaza.

 

 

O Clima nosTerritórios Palestinianos Ocupados

O clima é mediterrânico temperado, com uma grande variedade de microclimas, sendo quente e seco nas zonas desérticas do Sul e Leste. Estas zonas, e apesar de nelas não se registar precipitação apreciável, podem ser afetadas por inundações súbitas e muito perigosas, resultado de chuvas torrenciais em zonas distantes mas dentro das respetivas bacias hidrográficas.

 

 

Língua

As línguas oficiais são o hebraico e o árabe. O inglês é a língua estrangeira mais falada, seguida do russo.

 

 

Moeda local / sistema bancário

A moeda local é o shekel, dividido em 100 agorot. Existem notas de 20, 50, 100 e 200 shekels; moedas de 1, 2, 5 e 10 shekels e de 10 e 50 agorot. São aceites praticamente todas as modalidades de pagamento, incluindo cartões de crédito internacionais. A rede de caixas automáticas de tipo "Multibanco" cobre todo o país.

 

 

Regime de entrada e estada nos Territórios Palestinianos Ocupados

Os cidadãos portugueses estão isentos de visto para uma estada de turismo até 90 dias. O passaporte deverá ter uma validade igual ou superior a 6 meses a contar da data do regresso. Convém no entanto ter presente que podem impedir a entrada de turistas no país em casos de suspeita de risco de imigração ilegal e de actividades que possam pôr em perigo a ordem pública e segurança nacional. Para evitar situações embaraçosas, é aconselhável o recurso a passagens de ida e volta e ter à mão reservas de hotéis ou comprovativos de locais de estadia alternativos.

 

Condições de segurança nos Territórios Palestinianos Ocupados

Nos Territórios Palestinianos Ocupados da Cisjordânia, apesar de hoje a situação ser calma, não é de afastar totalmente a possibilidade de ataques ocasionais, tensões ou escaramuças, recomendando-se que nestes períodos se evitem deslocações não essenciais àquela área, nomeadamente nas de maior sensibilidade identificadas nas presentes informações. Na Faixa de Gaza, a situação de insegurança e de grande imprevisibilidade generalizou-se à quase totalidade do território, pelo que são totalmente desaconselhadas quaisquer deslocações à Faixa de Gaza.

Os índices de criminalidade comum em Israel não são excessivamente preocupantes, quer nos centros urbanos quer fora destes. Os viajantes deverão no entanto tomar precauções em tudo semelhantes às adotadas em outras viagens ao estrangeiro.

 

Desenvolvimentos:

É recomendada prudência nas deslocações - quer em Jerusalém Oriental, sob controlo israelita, quer nas restantes cidades sob controlo da Autoridade Nacional Palestiniana, nomeadamente Hebron, Nablus, e Jenin.

Em Jerusalém Oriental, a Cidade Velha e os seus lugares sagrados, em particular a Esplanada das Mesquitas ou Monte do Templo, permanecem áreas de tensão entre israelitas e palestinianos. O mesmo acontece em bairros de Jerusalém Oriental onde se instalaram colonos israelitas; Sheik Jarrah, Silwan, Isawiya e French Hill. Em caso de tensão podem surgir dispositivos importantes e o acesso à cidade Velha pode ser condicionado, ou mesmo fechado.

Nas áreas sob controlo direto da Autoridade Nacional Palestiniana o nível de criminalidade é atualmente pouco elevado e algumas cidades, nomeadamente Belém, Jericó e Ramallah acolhem peregrinações e turismo, além de viajantes em deslocações de trabalho.

Manifestações populares contra a ocupação e realizam-se regularmente, especialmente às sextas-feiras, em algumas localidades, como Bil 'in, Nil 'in, Deir el-Nizam ou Maasara. Podem dar lugar a confrontos e detenções. Arremesso de pedras é observado nas proximidades dos colonatos ilegais israelitas situados na periferia de Jerusalém ou noutros locais da Cisjordânia, onde ocasionalmente promovem manifestações que se podem tornar violentas. Deve-se manter a maior precaução nas imediações desses colonatos, nomeadamente os implantados nas colinas em torno de Nablus e nas colinas a sul de Hebron. Dentro do centro histórico da cidade de Hebron situa-se uma zona militar israelita fechada - H2, junto à Mesquita de Abraão/Túmulo dos Patriarcas, onde há risco de reações de hostilidade por membros de grupos extremistas.

Incursões das forças armadas israelitas podem-se produzir regularmente, incluindo nas principais cidades da Cisjordânia, de dia ou de noite. Finalmente não será de excluir em absoluto o risco de atentados.

Sendo a situação frequentemente volátil, é aconselhável procurar informação sobre o estado dos riscos antes de se deslocar. É ainda conveniente manter toda a prudência em locais de tensão regular como os grandes postos de controlo, nomeadamente Qalandya e nas imediações de colonatos israelitas. É recomendado evitar grandes ajuntamentos de pessoas e permanecer vigilante nos locais públicos.

Os riscos da Cisjordânia, incluindo os de carácter rodoviário, são mais elevados nas vias rodoviárias do que propriamente nas cidades, desaconselhando-se deslocações rodoviárias noturnas.

As deslocações a Gaza são formalmente desaconselhadas, qualquer que seja o ponto de entrada (terminal de Erez com Israel ou terminal de Rafah com o Egito). O terminal de Rafah está submetido a fortes restrições de passagem, com quase total encerramento. O acesso pelo terminal de Erez está também condicionado a autorização prévia das autoridades israelitas, para um conjunto de deslocações muito restritas. Nas deslocações a Gaza, aos riscos que incidirão sobre estadia, acresce a possibilidade de permanecer ali bloqueado por encerramento não antecipado dos postos de passagem. Mantêm-se em Gaza fações armadas palestinianas que praticam disparos de rockets e morteiros contra o território de Israel, o que agrava seriamente os fatores de risco com deslocações àquela parte dos TPO's.

 

 

Acesso aos Territórios Palestinianos Ocupados (TPO's)

A entrada nos Territórios Palestinianos Ocupados, incluindo o acesso a Gaza por mar é controlado pelas autoridades israelitas.

No posto fronteiriço de Allenby Bridge com a Jordânia tal como à entrada do aeroporto de Telavive, as autoridades israelitas têm por vezes imposto um carimbo estampando "Palestinian Authority only" ou "Judea and Samaria only". Dado que os viajantes que entrem por via de Allenby Bridge têm que passar por postos de controlo israelitas e território controlado por Israel para aceder a Jerusalém ou Gaza, tal restrição limita substancialmente os viajantes a quem é imposto tal carimbo. No aeroporto de Telavive as autoridades fronteiriças israelitas poderão também por vezes solicitar o preenchimento pelo visitante de uma declaração assumindo o compromisso de não entrar nos TPO's, salvo obtenção de autorização prévia por parte de Israel (do "Coordenador para as Atividades nos Territórios"), e que a violação de tal disposição pode acarretar deportação e interdição de entrada em Israel por período de até 10 anos.

 

Gaza

Desaconselham-se vivamente quaisquer deslocações a Gaza - incluindo à respetiva orla costeira - dado continuar a ser uma região de grande volatilidade, com um sempre grande potencial de violência armada ou terrorista. Observa-se ainda o risco de rapto. Desaconselha-se igualmente qualquer tentativa de entrada em Gaza pelas respetivas águas territoriais e o trânsito em águas contíguas, dadas as restrições ali impostas à navegação por parte da marinha guerra israelita.

Outras informações importantes

Números úteis: Polícia local: 100; Emergência médica: 101; Bombeiros: 102; Home Front Command: 104.

 

Transportes em Israel e Territórios Palestinianos Ocupados

Transporte aéreo

O principal ponto de entrada de turistas em Israel é o aeroporto internacional Ben Gurion, situado a cerca de 15 km de Telavive. Outros aeroportos internacionais situam-se em Haifa e Eilat, sendo estes servidos pelas linhas aéreas internas e voos charter regionais.

 

Transporte rodoviário

A rede de estradas e de transportes públicos é boa. Os meios de transporte mais utilizados pelos turistas são o automóvel de aluguer e o táxi.

 

Transporte ferroviário

A rede ferroviária é razoável mas limitada.

 

Transporte marítimo

O porto de Haifa constitui um importante ponto de entrada de turistas, provenientes de cruzeiros ou de ligações marítimas regulares com os países limítrofes.

 

 

Cuidados de Saúde em Israel e Territórios Palestinianos Ocupados

Vacinação contra a poliomielite

A organização Mundial da Saúde (OMS) declarou, em 5 de maio de 2014, que neste momento a transmissão da poliomielite entre países constitui uma Emergência de Saúde Pública de âmbito internacional (informação disponível no portal da Organização Mundial da Saúde). Para evitar a disseminação do vírus da poliomielite para outros países, a OMS determinou, temporariamente, que todos os residentes e viajantes que tenham permanecido pelo menos 4 semanas em países onde circula o vírus selvagem da poliomielite, ao saírem desses países, devem ser portadores do certificado internacional de vacinação e profilaxia, nos 12 meses anteriores à saída. Assim, os residentes ou viajantes com permanência de pelo menos 4 semanas, que não possuírem esta prova de vacinação podem ser novamente vacinados contra a poliomielite, à saída destes países ou à entrada em países onde a poliomielite está eliminada.

Não são necessárias medidas especiais de prevenção no campo da saúde. Geralmente boa e eficiente, a assistência médica e hospitalar é cara, pelo que é recomendável um seguro médico abrangente.

Endereços dos principais Hospitais e Clínicas

 Telavive:

- Sourasky (Ichilov): 6 Weizmann Street – Tel. (00 972) (0) 36974444;

- Sheba (Tel-Hashomer): Tel. (00 972) (0) 35303030;

- Beilinson: 39 Jabotinski St., Petah Tiqwa – Tel. (00 972) (0) 39377377.

Jerusalém:

- Hadassah Ein Kerem: Tel. (00 972) (0) 26777111;

- Hadassah Mount Scopus: Tel. (00 972) (0) 25844111;

- Shaarei Tzedek: 12 Bayit Street – Tel. (00 972) (0) 26555111.

Haifa:

- Rambam: 6 Ha'Aliya Street – Tel. (00 972) (0)4 8542222.

Eilat:

- Yoseftal: Yotam St., Tel. (00 972) (0) 86358011.

 

 

Telecomunicações em Israel e Territórios Palestinianos Ocupados

O código de acesso internacional de Israel é o +972. A rede de telecomunicações é boa e moderna. Entre os operadores da rede fixa, o principal é a companhia estatal Bezeq.

 As telecomunicações internacionais são asseguradas por diferentes operadores, sendo os principais indicativos de acesso internacional 012, 013 e 014. Os três principais operadores da rede móvel são: Pelephone (050), Cellcom (052) e Orange (054).

Nos territórios ocupados, o código de acesso internacional é +970, sendo os operadores da rede fixa e móvel palestiniana também acessíveis pelo indicativo +972 (Israel). O operador da rede fixa é a Paltel, sendo a Jawwal e a Wataniya os dois operadores móveis.

 

 

Informações úteis

 Representações Diplomáticas:

Embaixada de Portugal em Telavive (Secção Consular):

- Horário de Atendimento: Segunda a Quinta-feira das 10h00 às 13h00; Sexta-feira das 10h00 às 12h30;

- Endereço: HaArba'a Street, 30, Southern Tower, Tel Aviv, Israel;

- Telefones: (00) 972 (0) 36956372 / 6956373 / 6956361;

- Fax: (00) 972 (0) 6094791;

- Correio eletrónico: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.; Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.;

- Linha de Emergência: (00) 972 (0) 54 545 11 72.

Escritório de Representação de Portugal junto da Autoridade Nacional Palestiniana:

- Endereço: Everest Building 5th floor, Omar Mukhtar Street (near the Presidential Headquarters), Ramallah - correspondência postal:P.O. Box 4152 Al-Bireh;

- Telefones: (00 970) (0) 22963972 / 3 / 4;

- Fax: (00 970) (0) 22963975;

- Correio eletrónico: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar..

Embaixada do Estado de Israel em Lisboa:

- Endereço: R. António Enes, 16 - 4º, 1050-025 Lisboa;

- Telefone: 21 0455500;

- Fax: 21 0455555;

- Correio eletrónico: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar..

Missão da Palestina em Lisboa:

- Endereço: R. Pêro e Alenquer, 25, 1400-293 Lisboa;

- Telefones: 21 362 1098 / 118;

- Fax: 21 362 1095

Antes de marcar qualquer viagem de férias não deixe de conferir as informações e alertas mais recentes sobre cada país / destino, no Portal das comunidades portuguesas.
COVID-19 - Viagens ao estrangeiro e deslocações e a Portugal

Mantenha-se a par das últimas noticias aqui!

Mais Informao

 

Antes da partida:

1. Verifique se dispõe de passaporte válido. Alguns países exigem um prazo de validade que poderá ir até 6 meses após a conclusão da viagem e outros não aceitam passaportes temporários, se possível deixe a familiares fotocópia do passaporte e do contacto do hotel onde ficará instalado. Verifique também se os seus cartões de crédito/débito são aceites no país de destino;

2. Adquira atempadamente o bilhete e garanta as condições e os meios necessários para a viagem. Assegure-se de que dispõe dos meios suficientes para a sua permanência no país e para regressar, no caso de o seu bilhete de regresso perder a validade;

3. Verifique, junto do seu agente de viagens ou nas Embaixadas e Consulados, se necessita de um visto para entrar no país de destino. Em caso afirmativo, não parta sem obter o visto;

4. Informe-se sobre quaisquer acordos de assistência médica que possam existir com os países do seu destino;

5. Obtenha o seu Cartão Europeu de Seguro de Doença - CESD, caso se desloque para um país da União Europeia. Informe-se nos serviços ou no site da Segurança Social ou do seu subsistema de saúde;

6. Informe-se, com antecedência, quanto à necessidade de cuidados de saúde especiais (vacinas ou precauções especiais). Aconselha-se a realização de uma Consulta do Viajante (atentos a que alguns países exigem a apresentação do certificado internacional de vacinação contra a febre amarela).

Nesta consulta é informado sobre medidas preventivas (ou curativas) a adotar antes, durante e depois da viagem, em função do destino, da viagem e de quem viaja. Esta consulta é extremamente importante para todos os viajantes, em particular para grávidas, crianças, idosos e indivíduos com doenças crónicas.

Esta consulta inclui vacinação ou toma preventiva de medicação contra múltiplas doenças de risco baixo ou inexistente em Portugal, informação sobre higiene individual e cuidados a ter com a água e os alimentos que se ingerem, aconselhamento e prescrição da farmácia do viajante que pode ou deve levar consigo e informação sobre assistência médica e riscos nos destinos para que viaje.

A consulta do viajante deve ser marcada um a dois meses antes da realização da viagem. O paciente deve levar consigo o seu documento de identificação (com número de utente de serviço de saúde), o boletim individual de saúde/vacinas e o certificado internacional de vacinação (caso já tenha).

As consultas do viajante e os centros de vacinação internacional encontram-se disponíveis em todo o país. Pode localizar o mais próximo da sua área de residência no site do Serviço Nacional de Saúde.

Em complemento à informação aqui disponibilizada, recomenda-se a consulta dos portais da União Europeia (UE), com recomendações para quem se prepara para viajar no Espaço Europeu, e da Direção-Geral da Saúde.

7. Faça um seguro de viagem que inclua, preferencialmente, assistência médica, roubo, furto e despesas de repatriação. Verifique as condições contratuais e os dados mais importantes: idade e limites territoriais, notificação de queixas e prazos de validade;

8. Informe algum familiar ou amigo da data de partida e da previsível hora de chegada. Indique o país ou países de destino, moradas e números de telefone de contacto.

9. Se vai viajar para países com condições de segurança precárias, procure obter o máximo de informação possível antes da sua partida e informe a(s) Embaixada(s) e/ou o(s) Consulado(s) de Portugal do país ou países que pretende visitar, da data de inicio da viagem, dos locais onde irá permanecer e dos respectivos contactos telefónicos;

10. Registe-se na aplicação móvel gratuita “Registo Viajante”, disponível para dispositivos Android e IOS, permitindo ser imediatamente localizado e contactado em caso de emergência, como catástrofes naturais, acidentes ou atentados. Pode igualmente registar-se no Formulário Registo Viajante.

 

 

No destino:

1. A fim de evitar o extravio da documentação, é aconselhável o depósito dos originais e dos bilhetes de viagem nos cofres do hotel. É suficiente, na maior parte dos países, a exibição de fotocópia dos documentos, autenticada com selo a óleo do hotel;

2. Qualquer que seja o país de destino, deverá evitar a exibição de joias e objetos de valor. Os pequenos furtos são uma constante e toda a precaução é recomendável;

3. Evite frequentar ruas mal iluminadas de noite e não resista a uma tentativa de roubo violento;

4. Não transporte malas ou embrulhos que não lhe pertençam e mantenha sempre sob vigilância a sua bagagem;

5. Não conduza veículos de outras pessoas através de fronteiras;

6. Recuse e evite qualquer tipo de contacto, manipulação ou consumo de drogas. Poderá enfrentar, consoante a lei de cada país, multas pesadas, longas penas de prisão em condições difíceis, ou mesmo a pena de morte;

7. Nos países muçulmanos e orientais, o viajante irá deparar-se com culturas muito diferentes da ocidental, devendo observar as regulamentações locais relativas ao vestuário e formas de comportamento. O consumo de drogas e de bebidas alcoólicas é geralmente punido com pesadas penas de prisão.

8. Tenha também sempre presente que as suas atitudes poderão beneficiar ou prejudicar a imagem de Portugal.

Nota importante

As presentes informações não têm natureza vinculativa, funcionando apenas como indicações e conselhos, e são suscetíveis de alteração a qualquer momento.

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