Férias em Guimarães

Guimarães

Guimarães ou “Cidade Berço” é uma das cidades de visita obrigatória durante umas férias pela região norte de Portugal.

Férias em Guimarães / Férias em Portugal

Estatua D. Afonso Henriques

Foi em  Guimarães, cidade originalmente estabelecida no século IX, que nasceu Portugal, daí ser apelidada de “Cidade Berço de Portugal”  ou  "o berço da nacionalidade portuguesa".

Guimarães serviu como centro do governo para o histórico condado de Portugal depois que os invasores mouros foram expulsos do Reino da Galiza, no século X.

Guimarães foi também o local da Batalha de São Mamede em 1128, e pode ter sido o local de nascimento de D. Afonso I de Portugal, o primeiro rei português.

Hoje em dia, o centro histórico da cidade de Guimarães é um Patrimônio Mundial da UNESCO, e é um autêntico exemplo da evolução de uma cidade medieval para uma cidade moderna. Entre a arquitetura portuguesa bem preservada dos séculos XV a XIX está o medieval Castelo de Guimarães, e o famoso Palácio dos Duques de Bragança.

Onde ficar em Guimarães:

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Guimarães

O que fazer em Guimarães

 

As melhores coisas para fazer em Guimarães:

 

 

Praça Santiago

Praça Santiago

 

Castelo de Guimarães

Castelo de Guimarães

Ao longo do século X, esta região teve que lidar com duas ameaças principais; os vikings que atacavam no Atlântico e os mouros na restante Península Ibérica.

O castelo foi erguido numa zona alta ao norte de onde a cidade está hoje e, no século XII, tornou-se a sede e local de nascimento do primeiro rei de Portugal, Afonso Henriques.

Portugal nasceu neste Monumento Nacional. O castelo foi abandonado até o século XX, quando sua fortaleza e sete torres com merlões pontiagudos foram restauradas.

 

 

 

Capela de São Trocato

Capela de São Trocato

 

 

 

 

Centro Histórico de Guimarães

Centro Histórico de Guimarães

O núcleo antigo da cidade é um autêntico emaranhado de ruas estreitas e sinuosas entre belos edifícios de granito, com grandes praças com majestosos conventos, igrejas e mansões como o Toural e o Mota Prego. Esta paisagem urbana possui varandas, arcadas e passagens de ferro forjado enquanto você pisa em pedras de pavimentação suavizadas por centenas de anos de pedestres.

A cada poucos metros, há outra visão para virar a cabeça, mas uma das melhores coisas de Guimarães é que, apesar de ser Património UNESCO, é uma cidade trabalhada e não uma peça de museu.

 

 

 

Largo da Oliveira

Largo da Oliveira

Ponto de partida habitual para a maioria dos passeios por Guimarães, o Largo da Oliveira também é um bom lugar para puxar uma cadeira num terraço de um bar e apreciar o cenário enquanto saboreia um café ou uma bebida gelada. A praça recebe o nome da venerável oliveira que ainda cresce no meio da praça.

A alguns passos de distância, há um monumento gótico, o Padrão do Salado.

Este pequeno pavilhão foi construído em 1300 por ordem de Afonso IV. É um memorial da Batalha de Salado, travada em 1340 pelas forças portuguesas e castelhanas contra uma armada moura em Tarifa.

 

 

 

Palácio dos Duques de Bragança

Palácio dos Duques

Afonso, conde de Barcelos, construiu este palácio no início da década de 1420. Ele era o filho ilegítimo de João I e sua linhagem ocuparia essa imponente residência em estilo da Borgonha pelos próximos 200 anos.

Catarina de Bragança, que se casaria com Charles I da Inglaterra, cresceu aqui.

O palácio tem pátios com galerias e arcos pontiagudos góticos e chaminés altas e estreitas de tijolos que mais parecem colunas perfurando o telhado.

Faça sua visita lentamente para apreciar as tapeçarias, móveis, cerâmica, armas, vigas do teto e lareiras.

 

 

 

Monte da Penha

Monte da Penha

Uma vez em Guimarães, faça uma viagem de teleférico até o topo do espetacular Monta da Penha, uma majestosa colina que supera a cidade do sudeste.

Visualmente, é um lugar edificante, com muitos terraços e plataformas para apreciar a paisagem. O melhor deles é o terraço ao redor da estátua do papa Pio IX. Há um santuário no topo da colina há centenas de anos, mas o atual Santuário da Penha é uma construção Art Déco, feita de granito e construída na década de 1930.

Este é um local de peregrinação amado, principalmente nos meses de verão.

Para todos os outros, o objetivo de uma visita é maravilhar-se com as vistas, bem como as enormes pedras de granito que cobrem a floresta ao redor do cume.

Camara Nova

Camara Nova

Museu Alberto Sampaio

Museu Alberto Sampaio

Situado nos edifícios do convento ao lado da Igreja de Nossa Senhora da Oliveira, o Museu Alberto Sampaio é de visita obrigatória na Cidade de Guimarães.

As partes mais antigas do edifício são o claustro e a casa capitular do século XIII, mas também há uma capela funerária do século XV e ainda mais edifícios monásticos dos anos 1700, juntos, criam um lar apropriado para uma coleção opulenta de arte sacra montada nos antigos mosteiros da região. Existem estupendos têxteis, cerâmicas, esculturas, pinturas e exemplos de ourivesaria.

A coleção chega a mais de 2.000 peças e contém curiosidades históricas, como a túnica acolchoada usada por João I na Batalha de Aljubarrota, em 1385.

 

 

 

Rua de Santa Maria

Rua de Santa Maria

Na encosta de norte para sul, a Rua de Santa Maria é, sem dúvida a rua mais bonita da área antiga da cidade. Aqui encontra muita arquitetura dos séculos XV e XVI, pois esta era uma rua bastante popular entre a nobreza e famílias ricas de Guimarães.

Antes disso, foi conspirado ligar o mosteiro do século X, no atual Largo da Oliveira, na parte baixa da cidade, ao castelo na parte superior.

O caminho está repleto de edifícios históricos, como a Casa do Arco, a Casa dos Peixotos, a Casa Gótica dos Valadares e o Convento de Santa Clara.

 

 

 

Citânia de Briteiros

Citânia de Briteiros

A zona rural do noroeste de Portugal está repleta de assentamentos da idade do ferro, conhecidos como castros que foram habitados a partir do século 9 aC e alguns sobreviveram ao período romano e continuaram ocupados até a idade média.

É o caso da Citânia de Briteiros, que se situa num promontório a poucos minutos de Guimarães.

Ao chegar aqui, você ficará surpreso com o tamanho do assentamento, que possui 24 hectares de paredes de pedra seca que incluem paredes defensivas, locais públicos de reunião, casas de banho e dezenas de casas.

A peça é o misterioso Pedra Formosa, um monólito com esculturas celtas complicadas, que já foi usado para uma câmara funerária.

 

 

 

Museu Arqueológico Martins Sarmento

Museu Arqueológico Martins Sarmento

O acompanhamento perfeito para a Citânia de Briteiros seria retornar a Guimarães e visitar este museu no solene claustro do antigo convento de São Domingos.

É uma atração cativante que geralmente é ignorada pelos turistas.

As descobertas feitas nos castros da Idade do Ferro em toda a região foram trazidas para cá e, caso precise de um contexto extra, poderá participar de uma visita guiada para ajudar a entender os símbolos celtas peculiares nessas pedras.

Existem sóis, animais e figuras humanas, e em algumas peças você pode ver onde os símbolos cristãos foram adicionados a inscrições muito mais antigas.

 

 

 

Plataforma das Artes e da Criatividade

Plataforma das Artes e da Criatividade

Bem ao lado do museu fica um centro cultural de vanguarda, onde costumava ser o mercado da cidade. O prédio é metade da atração, especialmente à noite, quando sua fachada em forma de caixa é iluminada.

Há uma exposição permanente no centro, mostrando arte africana, pré-colombiana e chinesa antiga. Estes foram doados pelo proeminente artista português José de Guimarães.

Há mais espaço dedicado a exposições multidisciplinares para jovens artistas contemporâneos, além de uma livraria, museu e estúdios.

 

 

 

Igreja de São Francisco

Igreja de São Francisco

É relativamente fácil perder-se em numerosas igrejas existentes nas cidades históricas portuguesas pelo que há que defenir prioridades.

A Igreja de São Francisco faz parte de um antigo convento e data dos primeiros anos do século XV, quando seu antecessor foi demolido porque seu design tornou a cidade vulnerável a um cerco. O lado de fora é bem discreto, exceto pelo azulejo nas paredes do convento.

Mas no século XVIII o interior gótico era adornado com uma rica ornamentação, como o retábulo dourado extravagante e o arco dourado que levava à capela principal, que contrasta com os azulejos azuis e brancos na parede acima e ao lado dela.

 

 

 

Zona de Couros

Zona de Couros

As ruas ao redor da Igreja de São Francisco já foram palco da florescente indústria de couro de Guimarães.

Nas últimas duas décadas, a cidade restaurou algumas das antigas infraestruturas de fabricação de couro: o mais sugestivo de todos são os tanques de bronzeamento no Large de Cidade, um conjunto de cubos de pedra oca irrigados por um pequeno canal de água.

As peles imergiam nesses tanques por dias seguidos para torná-los maleáveis ​​e, após a fase de limpeza, voltavam a ser bronzeados, normalmente usando casca de carvalhos locais de Alvarinho.

 

 

 

Igreja de São Miguel do Castelo

Igreja de São Miguel do Castelo

A poucos passos da encosta do castelo há uma igreja do início do século XIII.

De acordo com o período românico, é um edifício modesto, com poucas aberturas nas paredes e apenas pequenos lampejos de decoração geométrica na cantaria de granito.

Mas o poder de uma igreja como essa está em sua história, e isso é óbvio quando você vê muitas lajes funerárias no chão. Eles registram os nomes dos cavaleiros que morreram protegendo o castelo e estão enterrados sob a igreja.

 

 

 

Centro Cultural Vila Flor

Centro Cultural Vila Flor

Quando uma das mansões mais ricas da cidade foi restaurada em 2005, ela estava equipada com um centro cultural para se orgulhar.

Na ala moderna, existem dois auditórios, um para 800 espectadores e outro para 200. São aqui realizadas palestras, conferências e apresentações musicais que vão do clássico ao rock.

Há também um espaço de exibição futurista para exposições de arte de curto prazo.

Mas, além de tudo o que você pode conhecer, a arquitetura barroca do século XVIII do palácio, seus jardins de buxo em socalcos e uma vista abrangente do castelo e da cidade velha da balaustrada.

 

 

 

Gastronomia Regional de Guimarães

Gastronomia Regional

Os muitos conventos de Guimarães deram origem a todo tipo de confeitaria, porque, por tradição, as freiras doavam ingredientes como ovos em ocasiões especiais.

As gemas de ovos, juntamente com as amêndoas e a canela, são o principal ingrediente da pastelaria, as tortas de Guimarães, enquanto o toucinho-do-céu, é um bolo de amêndoas tradicional que também conta com muitas gemas de ovos.

Dos alimentos salgados destacam-se as papas de sarrabulho, um prato rico e cheio de carne com vários produtos suínos, carne e frango, feitos nos meses de inverno.

A sardinha grelhada é uma opção mais leve no verão, enquanto a Bola é uma base de massa circular como uma pizza coberta com carne de porco.

Um ótimo acompanhamento para pratos mais leves é o acentuado vinho verde da região.

 

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